Publicado por: janamenegaz | 22 abr 2014

O Olho e o Vivo II – Continuação

Então, você já pensou qual poderia ser a outra opção que esse humilde trabalhador Brasileiro poderia recorrer para subir de patamar na vida?

Pois então, aí vai uma ideia que é muito comum no Cenário Brasileiro: O Empreendedorismo. Sim, o Brasileiro é cheio de garra e enfrenta qualquer parada, desde que justa e pelo viés do seu próprio trabalho e suor…

Esse faxineiro pode abrir uma lojinha de produtos de marcas secundárias, como os itens chineses que tomaram conta do Mercado Brasileiro. Pode abrir um lojinha de distribuição de produtos de Limpeza, já aproveitando o seu “Know How” nessa área. Ou ainda, pode ver coxinhas, preparadas pela sua mulher, na porta de algum metrô ou faculdade. Sim, esse faxineiro tem essa envergadura, pois trabalha num Centro Cirúrgico. Toda aquela Aura de Conhecimento, Sabedoria e Confiança, emanadas pelos Centros Psíquicos dos Médicos, banha todo o lugar, e essas Benesses também chegam até os Centros Psíquicos desse humilde faxineiro. Então ele sai à luta para Ter, para Ser alguém na Vida. Para desfrutar do Paraíso das Benesses desse Berço Esplêndido, que é o Brasil. Ser para si, para sua família e até para a sociedade, pois fornece serviços às pessoas e supre necessidades de uma demanda razoável e ativamente aquisitora.

Mas tem um porém nessa engrenagem do Ter para Ser. Nessa busca pelo Ter, esse faxineiro antes precisou Ser, mais do que era antes. Precisou ter um Sonho, simples que fosse – dar um Presente de Natal agradável ao seu filho –, e esse sonho o moveu a Ser Ousadia, Paciência e Planejamento, para, com todas essas Virtudes em Ação, pudesse ObTer, trabalhando mais e melhor. Com altos índices de resultados, calculados por ele que seriam bem mais vantajosos do que o que vinha obtendo antes. Não pensou nos Riscos, pois para ele, estes não existiam enquanto ameaça, porque já vivia num patamar de escassez e privações tão grandes, que só existia uma solução para crescer: bater as pernas para subir! E isso é o que o Povo Brasileiro faz, com seus recursos Pessoais e Divinos. Encontrar a Solução, por mais humilde que continue sendo a alternativa ante às Possibilidades da Vida, e bater os pezinhos para continuar com o nariz para fora d’água…

E você, já encontrou o que te motiva a Ser, mais e melhor? Encontrou a Solução pelo caminho do Ter ou do Ser? O Seu Sonho brilha pelo Ter, ou pela maravilha do Ser?

Paz e Luz

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Namasté.

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Publicado por: janamenegaz | 9 abr 2014

O Olho do Vivo I

Enquanto a era moderna tange um estado de fluidez em suas relações com o Ser, a partir do Ter, a era pós-moderna tange um estado de Ligação com os aspectos inerentes à matéria… Ou seja, sobressaem-se, ao ponto de estarem incutidos em todas as casas, e em todos os lares, o cultivo ao bem material, que a todos dá a sensação de crescimento e desenvolvimento em relação ao que se consegue acumular e obter ao longo dos anos de suas vidas…

Imagine-se em um Centro Cirúrgico, em que o único Médico presente possui um aparelho tecnológico de Última Geração. Enquanto esse médico possui status de opulência financeira, e realizado por ter sucesso, o faxineiro que limpa a sala após o seu uso também está de Olho na sua Ascensão. Mas, por não ter condições financeiras, nem psicológicas, para bancar uns quatro anos de Ensino Superior, ele tende a atrair-se por assessórios da Moda do Outro, que está na Plenitude da vida. E então vê a sua possibilidade de ascensão de uma forma mais direta, fácil e acessível ao seu poder aquisitivo e condições atuais. Então ele se esforça por uma promoção, para poder obter o que tanto sonhou, o presente de Natal do seu filho; adivinhem só, um aparelho tecnológico de Última Geração, tal e qual o do Médico.

A essa cena, podemos observar dois pontos: O faxineiro do prédio do Centro Cirúrgico se mexeu de sua condição atual para uma melhor, pelo sonho de ver conquistado um Lugar Melhor no futuro; as um futuro bem longínquo, ou seja, o do seu filho se realizando e assumindo o status do Médico, pelas roupas, pelo cabelo, e até pelo que consome, de produtos tecnológicos. Assume-se então duas figuras: a da Transferência, o Sonho do Pai transportado para a vida do Filho; E a ascensão de vida, nem que seja pelo sentido dos bens materiais do outro, assumindo assim uma Persona, tal e qual a do Bem-Sucedido.

Então, o segundo ponto que podemos observar é que esse faxineiro não tem escolhas na vida, ele pode muito bem casar com uma Médica Carente, que vai gostar de todo o amor e aconchego que esse humilde Trabalhador Brasileiro tem para oferecer a uma mulher; mas insto, esse faxineiro se constrange de ter que passar, pois seus valores Morais o Impedem de ir adiante com essa aventura de pular de paraquedas em um relacionamento em que não existe troca de idéias no mesmo Nível. Em que só um se sobressairá com a Razão, e com a Melhor Visão da Verdade, mesmo que Suspeita, pois tem a melhor articulação Verbal e Intelectualidade acentuada…

Então, qual é o outro caminho que você sugere a ele, que ele tenha nessa vida passageira, para chegar dessa condição a uma outra Melhor..?

Espere até o próximo Capítulo para ver o desfecho dessa história.

Paz e Luz. Namasté.

 

Por Janaína de Menegaz e Macedo.

Publicado por: janamenegaz | 7 jul 2012

Um caminho…

Estudos Transcendentes de um Dia Melhor para Alguém ficar Feliz por um Outro Alguém… Um dia um homem ia caminhando por uma via deserta e empoeirada, num fim de tarde de um sol quente e clima abafado.. Ele pôs-se a caminhar com seus passos lentos em direção ao objetivo daquela estrada. Foi lá ver o que aquele horizonte infindo escondia em si que atraia a todos os viajantes que passavam por aquele lugar, pois todos, sem exceção, olhavam muito atentos para aquele ponto da estrada e não paravam de seguir nem por um só instante. Ora, o que seria dos passos se não fosse a estrada que o sustenta em seu destino, e o guia, por vias tortas ou esguias, o rumo que o viajante irá tomar? Mas esse homem só tomou aquela estrada após ter encontrado um viajante em especial. Entre todos aqueles viajantes, estava eu, um nobre homem de pele fina, que era castigada pelo sol e pelo clima denso. Mas de passos firmes, seguros e retos no trajeto que resolveu traçar, por aquela estrada singela, mas muito gloriosa para os peregrinos viajantes… Escondi um singelo olhar, que daria àquele homem de nobreza semblântica, mas não pude deixar de escapar um leve contrair de músculos do meu sorriso rasteiro e singelo, que se esboçou no canto da minha boca. Ao ver-me aquele homem me contemplou e inspirou o ar daquela tarde, e segurando o ar no peito, olhou distante por aquela estrada, à procura daquele “quê” que eu perseguia com tamanha convicção notada pelos meus passos e pela constância da minha toada. Sabia, eu tinha aquela aura enigmática, de quem sabe o que aquelas distâncias guardam em si. Por ter já percorrido muito aqueles caminhos e por ter já chegado lá uma vez, eu sabia que, lá chegando novamente, eu iria encontrar o que senti anos atrás. Seria esse o segredo de quem encontra em si mesmo a fonte da Felicidade? Exultar ao ver que o sol, o caminho e o tempo não são tão pesados para aquele que sabe o que procura e tem a certeza de que irá encontrar.. Eu sei, aquele homem conhece as pegadas dos viajantes, pois sentado em seu caminho, o da observação dos transeuntes, sabe reconhecer um homem que tem definição em querer alcançar o que almeja. Ao me ver, seus olhos se arregalaram e ele suspirou, também havia encontrado o que tanto buscava no olhar das pessoas que contemplava com seu canto suave de matuto velho de estrada.. Entretanto, o que busca um homem que caminha? O que busca um homem que observa? Não seriam ambos a expressão física da vontade da natureza do homem conhecer a Verdade?.. O que anda, busca fora dele o que sente.. O que observa também busca,da vida o que sente.. Um dia eu encontrei, e aquele matuto velho encontrou em mim.. Parábulas são semeadoras de Centeio, pois ambos alimentos saem do ventre do Pai, que almeja o espírito investigador em seus filhos, por isso aquele que busca encontra, e aquele que colhe, antes semeou.. Assim também é o Pai, planta vazios e questões anímicas para que estes, seus dois filhos, o que anda e o que observa, sejam alimentados pela vontade humana de serem preenchidos por sua beleza e criação espontânea da vida.. Não pela vontade do homem, mas pelo caminho interno que percorre estradas, sem limites, nem regras, pois a todos é permitida a experiência de caminhar e observar. Sejamos vigilantes com aqueles, matuto e viajante, pois ambos trazem em si uma lição de vivências muito bem suplantadas no âmago do cerne de seus espíritos.. o da vida encantada por uma busca incessante de conhecer a Verdade, carregando em si a Alma do Pai que pulsa em suas almas a esperança do Encontro.

Janaína de Menegas e Macedo

Publicado por: janamenegaz | 29 fev 2012

Expressão

Foto: X Maia - Expressão

Olhos de Lua Nova
Negros…
Sorriso Verde-amarelo-brasileiro
Felicidade expressiva
Contagia!!!
A simplicidade de um sorriso

Mudando todo o fluxo de uma vida…

Nós temos o dom de mudar o rumo da vida das pessoas, mesmo sem perceber.
Uma palavra que dizemos, um pensamento alto, uma música que cantamos, um e-mail, algo que fala diretamente pra você… Tudo isso pode dar uma luz, uma resposta, um sinal, um ponto de vista diferente, qualquer coisa que ajude uma pessoa que ouve a tomar alguma decisão ou simplesmente colocá-la pra cima!
Já deve ter acontecido com você, estar no ônibus e ouvir a conversa de alguém que te dá uma luz a respeito de algum assunto que você estava pensando e não tinha a menor idéia do que fazer…
Ou então, uma pessoa passa cantando uma música que você não ouvia há tempos e que te faz lembrar de alguém em especial, uma época da sua vida, uma viagem.

As palavras vibram, a vida pulsa e o sorriso contagia.
A expressão nos captura… como esse olhar…
Se nos mantivermos num estado de espírito de paz, de felicidade, de amor, influenciaremos no fluxo da vida das pessoas de forma positiva. Sempre incentivaremos boas respostas e boas lembranças, nossa presença trará harmonia para si e contagiará com coisas boas tudo ao redor!

As crianças têm esse dom muito mais aflorado, pois estão sempre felizes, rindo, brincando, com o astral lá em cima! Só de ouvir a gargalhada de uma criança já transformamos o nosso estado de espírito. Ficamos mais prontos a manifestar um sorriso, um gesto de carinho. Ela nos convida a dar risada junto com ela. O seu sorriso é poderoso, seu olhar é altamente contagiante… por que são espontâneas e sinceras!

Então por que não exercitar esse lado criança, sincero e espontâneo? Experimentar ser criança de coração fará sua vida mais colorida!!!

 

Janaína de Menegaz e Macedo

 

Publicado por: janamenegaz | 27 fev 2012

O filho – Jesus de Nazaré

O Poder da Oração

Quem sabe um dia, quando eu provar das Flores no meu Castelo, poderão todos, por mais que Eu peça um. Provar do Dito e o não Dito… Por mais que eu perceba as flores, nem todos poderão Usufruir… E Tenho dito. Uma Flor é mais que Mil Palavras.
Sem que essa saiba da Outra.
Ninguém ousará chegar perto do Fel que Deus provou ao ver seu filho Partir… Ninguém Ousará pisar no gramado, pois eu limpei as feses do crocodilo naquele último Jantar, em Dezembro… Isso quer Dizer que o quintal não está Totalmente seguro para pisares com cobras aos ventos. Depois, o Pai ajuizou que seu filho mais novo precisará de juízo ao ver essas cenas tórridas de malandragem e cruelddade. Esse Fim, aos Juízes será!

Janaína de Menegaz

Publicado por: janamenegaz | 26 fev 2012

Eli.

Quem se importa? Se o Euro éDollar, se a casa chora, se a Vida ninguém dá conta, se não tenho, não importa. Pois é, a Vida da Gente é Cheia de mistérios, mas o Adultério? É coisa normal nos dias de hoje.Pois bem, a Vida é brasileira! E se um encanto, é o que me sobra? Em dias de Festa a encantada noite, se manifesta… E depois vão dizer por aí que EU enlouqueci.Fui eu quem te TraiU, ou foi o Verniz do meu Nariz que despencou? Foi… Essa hora, lá na Creche da Av. 16 de Mato Grosso do Sul, existe uma criança que chora, chora… mas ninguém se incomoda. Por que a ninguém, aos ouvidos são audíveis, mas Canta.Ensin, essa estranha Doutora das ternuras frágeis da vida, chora de eMOção ao ver uma árvore. pois é Pensando nela, que se comove comove.Eli, eis o seu Trato, Estou aquI Eli, Eli Eli.
Publicado por: janamenegaz | 9 fev 2012

Um Mundo Novo é possível…

Olá, bom dia @migos internautas.

Vamos falar hoje sobre Sabedoria e Humildade.

Às vezes agimos de maneira estranhamente inversa aos nossos desejos de melhorar e crescer, pois com o pouco que sabemos nos impomos, querendo discutir sabidamente com aquele que nada temos em comum. Talvez isso seja uma forma de mostrar sabedoria em relação a alguém que tem pouco, mas ainda assim quer dar, seus ouvidos. Os ouvidos alheios tornam-se pinico das nossas aventuranças em querer controlar a pouca sabedoria que temos mas ainda assim insistimos em não demonstrar.

Por que será que agimos assim tão estupidamente em relação ao outro, que além de tudo, manifesta a elegante sabedoria de nos prestar atenção e procurar nos compreender nas nossas questões interiores que, ao nos ouvir, observa sabidamente onde nós queremos chegar. E por isso eu questiono, vale mais um brinde ao egocentrismo do que o calor do não saber a evolução dos astros, ou vale mais mil palavras do que a vã sabedoria do existir em si mesmo e ter olhos pouco ternos… “Sabedoria é ordenar bem a própria alma”, Platão.

O cego não vê e não verá, o orgulhoso apaga o visto, apaga; O vaidoso se sobrepõe à cena. O Sábio, somente ele, ouve, sente, guarda e segue seu caminho… Não seria o sábio humilde em não apagar o visto nem querer mostrar o pouco que sabe para o cego e os omissos? Humildade!

“Saiba se aquecer no inverno com o calor do verão, guardado num lugar especial: Seu próprio coração”.

Existem aqueles que querem construir um Mundo Novo, mas existem aqueles que quere o mundo bem melhor para eles mesmos. A estes últimos, sinto necessidade de ressaltar que para ser um Homem Justo, é preciso antes saber calar a voz da impetuosidade de dentro de si mesmo, para então começar a surgir um novo horizonte frente ao que antes almejava, passará a entender que o Mundo é Possível, desde que ele tenha chances de se entender, se lapidar e querer, ele mesmo, ser Melhor que antes e não que o Outro.

Por Janaína de Menegaz e Macedo

Publicado por: janamenegaz | 7 fev 2012

Reflexos, qual é a atitude melhor para aprender com a vida?

Falar e ouvir.

Dizer e calar,

Qual das duas ações enaltece verdadeiramente o ser humano, diante das barreiras da vida?

Refletir sobre isso dá um prato cheio para horas e horas de conversa pela madrugada, mas não é pela conversa, em si, que vamos caminhar, e sim pela proposta de nos fazermos melhores a cada dia e a cada circunstância que a vida nos emprega. Saber e ouvir, calar. Dizer, silenciar, saber; Falar e ouvir, dialogar. Dizer e calar, esperar o fruto das nossas conversas amadurecer no outro, que por sua parte, silencia e processa o que foi dito e/ou ouvido. Para então, ressurgir de si mesmo com uma pérola para saborear em palavras o peso do saber ou ignorância aos ouvidos do outro, que por si só não se aguenta de tanto jejuar sua sapiência e reserva-se a apenas a ouvir e compreender o que o outro diz, no patamar de consciência e sabedoria que cada um está.

Fale, diga, ouça, persevere, cresça, enalteça as virtudes do outro aos seus próprios olhos e patamar de consciência; E então cale para que o outro possa amadurecer, consequentemente, pelos frutos de uma nova conversa que ele se porá a fazer a partir do respeito dado ao seu tempo e ao seu modo de ser e ver a vida.

Isso é atitude de Nobres, gestos com carinho e delicadeza em nome de uma Amizade maior do que se pode aprender com a própria vida vivida em seu cotidiano corriqueiro e comum.

Janaína de Menegaz e Macedo

Publicado por: janamenegaz | 5 fev 2012

Espelhos do dia-a-dia

Por Janaína de Menegaz e Macedo

*Inspirado no texto de Charles Swindoll, que segue abaixo.

 

O que uma plateia esnobe tem a ver com o famoso toque atraente para uma criança, assim como o Bife tem a ver com esta estória?

Além, muito além da nossa imaginação, está o fabuloso acorde dissonante de um piano limpo e lustrado. A voz de alguém na plateia ecoa mais forte aos ouvidos do Mestre, que recorre à multidão para aludir à todos que é apenas um garoto que, como ele, não enxerga mais nada à sua frente a não ser os acordes misteriosos desse famoso instrumento.

Quem dirá à mãe que ela foi uma desatenta por não cuidar do seu filho sentado bem ao lado dela, ou por conversar baixinho sobre os bastidores oclusos de um Mestre do Piano?

Fabuloso por quê… quem é esse ser de trajes requintados que persevera uma multidão ao Seu olhar, e não ao de Outrem?

Entenda que para ser um Mestre, é preciso antes Educar!

Vai ver essa é a trajetória de nossas vidas, subir ao palco sem ninguém nos perceber, mas estar lá, tão só, que mal podemos nos compreender… “Como cheguei até aqui? Quem me trouxe até este lugar, a não ser eu mesmo?”.

Às vezes, sozinho, tanto o anão quanto o mestre podem refletir sobre o silêncio, porque eles mesmos já o venceram por passar horas e horas se perguntando: “Por que Eu, e não ele?”.

Podem acreditar que estas sábias perguntas são um trunfo do segredo para com o Universo Quântico que, por algum motivo, desvencilhou-se para algum dia se ver refletido no espelho côncavo ou convexo da Verdade.

Se alguém o estilhaçou em sua autoimagem, permaneça desolado nessas metáforas vazias… Por hora deixamos assim, a se refletir!

Reflitam.

 

 

Não desista

Por Charles Swindoll

 

Ignace Jan Paderewski, famoso compositor e pianista, estava programado para apresentar-se em um grande salão de concertos nos Estados Unidos. Foi uma noite inesquecível – smokings e vestidos longos, uma ostentação da alta sociedade. Presente na plateia naquela noite estava uma mãe acompanhada de seu irrequieto filho de nove anos. Cansado de esperar, o filho se mexia constantemente na poltrona. A mãe tinha esperança de que ele se animasse a estudar piano ao ouvir o imortal Paderewski tocar. Mesmo contra a vontade, o menino estava ali.

Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Steinway e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos. Sem atrair a atenção da requintada plateia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o “Bife”. O vozerio da plateia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:

“Tirem esse garoto daí!”
“Quem trouce esse moleque aqui?”
“Onde está a mãe dele?”
“Mandem o garoto parar!”

Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o “Bife” para torna-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Paderewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto:

– Continue. Não desista. Continue tocando… não pare… não desista.

O mesmo acontece conosco. Esforçando-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o “Bife” em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra:

Continue… Não desista. Vá em frente… não pare; não desista, equanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo.

 

Gray, Alice, org. In Histórias para o coração. Editora Hagnos. 2008, pg.41.

 

Publicado por: janamenegaz | 1 fev 2012

O que é ser uma Rainha?

É brilhar, e não se ofuscar.

É mais que isso, é permitir que alguém brilhe tanto quanto, mas em sua humilde natureza de necessitar da Borboleta para assim flutuar. Beijos e encantos. Cada uma no seu patamar.

Quem diria que este dia chegaria. Pois bem, aqui vai mais um vintém.

Mordomia e realezas são duas faces, mas uma sem beleza. Que alguém seja tão humilde como a borboleta por estar e apenas posar…

 

 

Janaína de Menegaz e Macedo

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